A derradeira edição... há 8 anos.

PALAVRAS COM ALMA
Há 8 anos, o jornal «O COMÉRCIO DO PORTO» conhecia a sua derradeira edição.
Recordo aqui o texto emocionado com que me despedi…

O triste cenário de encerramento do nosso O COMÉRCIO DO PORTO desperta pensamentos e emoções que devem ser encarados como discurso coerente e nunca como lamechices banhadas de frustração ou como estéreis desabafos de infortúnio.

Sentimos o fecho do nosso COMÉRCIO como se fosse a partida de uma pessoa chegada, querida. Chorámos, sofremos. Permanece no nosso peito o vazio enorme desta perda. Mas continuamos a acreditar.

Esta não é uma laje tumular onde se inscrevem inúteis mensagens de despedida, é um mural pintado de vitalidade e onde damos prova da nossa entrega e profissionalismo a um projecto em que veramente acreditamos.

E enquanto não espreita a oportunidade para um renovado ponto de partida, deixamos aqui pequenos grandes focos de energia, vontade, essência e verdade.


Salomé Castro in www.ocomerciodoporto.blogspot.com (01.08.2005)

Sem quimeras...

PALAVRAS COM ALMA
Dize-me, Amor, como te sou querida,
Conta-me a glória do teu sonho eleito,
Aninha-me a sorrir junto ao teu peito,
Arranca-me dos pântanos da vida.

Embriagada numa estranha lida,
Trago nas mãos o coração desfeito,
Mostra-me a luz, ensina-me o preceito
Que me salve e levante redimida!

Nesta negra cisterna em que me afundo,
Sem quimeras, sem crenças, sem ternura,
Agonia sem fé dum moribundo,

Grito o teu nome numa sede estranha,
Como se fosse, amor, toda a frescura
Das cristalinas águas da montanha!

Florbela Espanca (1894-1930)

Fonte de coragem

PALAVRAS COM ALMA
«Os ideais que iluminaram meu caminho, e que, de tempos em tempos,
me dão nova coragem para enfrentar a vida com alegria,
são a bondade, a beleza e a verdade.»

Albert Einstein [1879-1955]


Ubi Veritas



ALGUMA INSPIRAÇÃO













De que cor?
De que cor pintar a minha vida?
Combater a ânsia de querer
Querer ser
Querer ter
Querer ir e não voltar só
Perder-me num abraço sentido
Num abraço sem medida
Sem tempo
Eterno

Salomé Castro in Ubi Veritas


PRONTOaEDITAR Atelier introduz em Portugal o «Book Packaging»

SUGESTÃO AVENTURADA

O PRONTOaEDITAR Atelier é uma nova empresa do setor livreiro que lançou em Portugal o conceito de «Book Packaging», um modelo de negócio já enraizado noutros países e que se centra na venda de livros em fase de pré-impressão. Paralelamente, disponibiliza a editoras e empresas, a totalidade dos serviços prévios à impressão de um livro, ou seja, produção de conteúdos, tradução, revisão, ilustração, design e coordenação editorial.

O PRONTOaEDITAR Atelier lança-se no mercado com um catálogo próprio de obras já concebidas para venda integral de direitos. São maioritariamente livros de apoio escolar, que têm em conta a necessidade de consonância com os programas curriculares definidos pelo Ministério da Educação – uma vantagem face à tendência das editoras em recorrerem às coautorias, pois esta vertente não se encontra em coedições ou compra de direitos estrangeiros.

Com sede na Maia, o PRONTOaEDITAR Atelier resulta da união de competências e experiência de profissionais de distintas áreas: coordenação editorial, produção de conteúdos, ensino, tradução, revisão, design, ilustração, multimédia e comunicação.

Ubi Veritas

ALGUMA INSPIRAÇÃO
Olho as estrelas
Desmaiadas princesas
Vestidas de brilho
Coroadas de espinhos
Encerram certezas
São anjos sorrindo
Velando carinhos
Espreitam amores
Na noite fugindo
Quem dera falassem
Soprassem odores
Guiando quem sente
O destino ditassem

Salomé Castro in Ubi Veritas

Se fosse um intervalo

PALAVRAS COM ALMA

mais que o teu nome, queria redescrever o sentimento, pôr uma casa ali no sentimento e povoá-la com fantasmas narrados. quem me lesse pensando que de imaginação seria eu rica, e de talento para fazer histórias sobre nomes sonhados. uma história que fosse realmente, arrancá-la da vida a pouco e pouco e depois, com a história, criar-te novamente e aos teus braços.

Ana Luísa Amaral in Se fosse um intervalo, Publicações Dom Quixote [link], Lisboa, 2009

As fábulas de Esopo recontadas e ilustradas

ANÁLISE LITERÁRIA - INFANTIL

Esopo permanece mais como personagem lendária do que histórica. Diz-se que era um escravo e viveu na Grécia há mais de 2500 anos. Tornou-se famoso pelas suas pequenas histórias de animais, cada uma delas com um sentido e um ensinamento. As fábulas de Esopo, contadas e readaptadas por muitos, tornaram-se parte da nossa vivência diária.
António Mota reconta, numa edição bela e completa, essas fábulas que imortalizaram Esopo. A fábula é um conto de moralidade popular, uma lição de inteligência, de justiça, de sagacidade – é este o seu invariável universo, aqui temperado pela criativa interpretação e escrita altamente comunicativa de António Mota. As ilustrações, que parecem envolvidas por uma aura poética – vagueando entre a doçura e a agressividade –, são de Pedro Pires.
Este livro, com 174 páginas, é recomendado pelo Plano Nacional de Leitura (link) para o 4.º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma e leitura com apoio do professor ou dos pais.
Editado pela Gailivro (link), custa 19,99 euros.

Quem conta um, dois, três, quatro, cinco, seis… Contos

ANÁLISE LITERÁRIA – INFANTIL


Seis clássicos infantis contados de forma extremamente sintética, numa edição cartonada apresentada a três dimensões. “A Branca de Neve”, “Peter Pan”, “Simbad, o Marinheiro”, “A Bela e o Monstro”, “Cinderela”, “João e o Pé de Feijão”, são os ingredientes desta ementa que se adivinha do agrado dos mais pequenos.
Contadas de geração em geração ao longo dos séculos, estas histórias conservam a sua essência. Naturalmente que ao reduzir os contos originais a curtas tramas, esta colecção perde aspectos estruturantes importantes. Não obstante, esta proposta, com assinatura da Editorial Estampa (link), perfila uma intenção ancorada na simplicidade de um primeiro contacto com os contos.
A colecção "Quem Conta Um Conto..." é ideal para ser lida a crianças de tenra idade – que, em simultâneo com o registo de histórias breves e directas, podem observar o movimento das imagens cartonadas.
Nestes seis exemplares, a acção precipita-se com rapidez aguda, mas a fórmula mágica capaz de envolver as crianças está lá. A fantasia (que permite, por exemplo, que João suba num pé de feijão ou que Cinderela viaje numa carruagem feita de uma abóbora) é um ingrediente fulcral nestes textos de estrutura simples.
Cada exemplar desta colecção custa 3 euros.

Livros de apoio ao ensino pré-escolar

SUGESTÃO AVENTURADA


“Já Sou Crescido!” é uma colecção de quatro livros que propõe actividades divertidas, concebidas para que a criança possa consolidar conhecimentos e aquisições indispensáveis para o início do seu percurso escolar. Os exercícios propostos aliam a vertente lúdica à vertente didáctica, desenvolvendo as capacidades de observação e de raciocínio lógico e potenciando a aprendizagem da escrita, da leitura e do cálculo mental.
São quatro livros de apoio ao ensino pré-escolar, cujos conteúdos tive o prazer de desenvolver. A ilustração esteve a cargo de José Cintra Costa. Cada livro, em formato de bloco, tem 96 páginas e inclui soluções. É uma edição da Editora Educação Nacional (link) e está à venda por 4,95€/cada.

Contos de todos os tempos sempre em voga

ANÁLISE LITERÁRIA - Infantil

“Contos ou Histórias dos Tempos Idos”, de Charles Perrault, é uma edição que prima pela sobriedade e beleza. As histórias que imortalizaram Perrault (1628-1703), e que constituíram o volume original editado em 1697, revelam-se aqui numa tradução que retém a sua simplicidade e inteligência.
Aos famosos contos “A Bela Adormecida”, “O Capuchinho Vermelho”, “Cinderela”, “O Gato das Botas” e “O Polegarzinho”, Perrault juntou mais três, menos conhecidos: “As Fadas”, “Riquet, o da Poupa” e “Barba-Azul”. Após a edição de 1697, juntou-lhes um último conto, “Pele de Burro”.
Neste exemplar, editado pela Europa-América, cada conto é acrescido da moral da história, em verso, que Perrault incluiu na edição original, mas que foi frequentemente suprimida em versões posteriores.
A singularidade desta obra está também ancorada nas ilustrações de Gustave Doré (1832-1883), um dos mais prestigiados ilustradores do século XIX. São quarenta ilustrações de página inteira, plenas de expressividade.
A crítica contemporânea ao analisar os contos de Perrault lê-os como algo mais do que histórias destinadas às crianças; uma análise à qual é impossível fugir ao constatar a profunda sabedoria com que estão vestidas.
“Contos ou Histórias dos Tempos Idos” (24,10 euros) inclui, ainda, uma nota bibliográfica, um prefácio por P.-J. Stahl e um artigo de Charles Augustin Saint-Beuve.

Perrault, Grimm, Andersen…

A significação de um conto está sujeita a factores vários. Porém, é missão destas narrativas providenciar elementos de resposta (exequíveis ou não) para os conflitos relatados. Transportam algo de didáctico, não só pela ênfase nas qualidades morais do herói ou da heroína, mas também pela aprendizagem que providenciam – quer por retratarem caminhos pessoais de desenvolvimento, quer pela apresentação de situações críticas de escolha com desfecho correcto.
Os contos que continuam a merecer um maior número de edições são sobretudo os dos Irmãos Grimm, os contos em prosa de Perrault, alguns contos de Andersen e algumas adaptações dos clássicos revisitados pela Walt Disney. A maioria das editoras portuguesas tem, entre as suas edições para crianças, uma colecção de contos de todos os tempos.
“Na Terra dos Contos de Fadas” (13,02 euros) é uma das propostas da Porto Editora. Ilustrada por Van Gool, esta obra destina-se a crianças a partir dos cinco anos e é uma compilação de dez histórias e contos.
A editora Papa-Letras, exímia na oferta de livros que complementam o trabalho do educador, têm no seu catálogo vários títulos deste âmbito. “Contos Clássicos 3”, por exemplo, reúne seis histórias clássicas e tradicionais adaptadas por Margarida Braga e ilustradas por Ricardo Neto, agrupadas numa edição modesta mas muito válida (6,21 euros).
Por fim, referência ao livro “Aprender com o Grande Livro dos Contos”, da Didáctica Editora. Uma obra que marca diferença ao conduzir as personagens de oito contos clássicos na apresentação de diversas temáticas: as horas, os tipos de animais, as profissões, as partes do corpo, os números, as cores, as diferenças, as primeiras palavras. Um verdadeiro álbum com ilustrações dinâmicas à venda por 20,14 euros.
 

Dom Quixote sem crenças

PALAVRAS COM ALMA

O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que se não sente bem onde está, que tem saudades... sei lá de quê!

Viverei com certeza um terço do que poderia viver porque todas as pedras me ferem, todos os espinhos me laceram. Dom Quixote sem crenças nem ilusões, batalho continuamente por um ideal que não existe; e esta constante exaltação, desesperada e desiludida, destrambelha-me os nervos e mata-me.

Florbela Espanca (1894-1930)
 

Prontuário da Língua Portuguesa para os mais novos

Entrevista a Salomé Castro
Texto: Pedro Justino Alves

«Sempre Certo! Prontuário da Língua Portuguesa», de Lúcia Pereira e Salomé Castro e editado pela Educação Nacional, tem como lema «explicar e descomplicar» os segredos do português. Portanto, esta obra é uma oportunidade de ouro para explicar aos mais novos o fascínio da escrita.

Salomé Castro foi quem idealizou «Sempre Certo! Prontuário da Língua Portuguesa». Mas também escreveu a obra, juntamente com Lúcia Pereira, e foi a responsável pela concepção editorial da mesma. O livro pretende na sua essência descomplicar a língua portuguesa para os mais novos (mas também para os mais velhos). Algo que, segundo Salomé Castro, não é «uma tarefa difícil», já que «as crianças têm uma natural predisposição para aprender, descobrir, investigar, experimentar...»

Como surgiu a ideia de escreverem um prontuário?
Em termos de livros de apoio escolar, há já pouco para inventar. Assim sendo, há que olhar para o mercado editorial e identificar eventuais lacunas. Este prontuário nasce dessa análise, ou seja, após constatar que as escassas obras do género evidenciavam défices de rigor de conteúdos e, até, de apresentação gráfica, consolidei a pertinência de avançar com este projecto.
Em seguida, estruturei um índice detalhado, definindo exaustivamente as matérias que pretendia desenvolver. Convidei, então, a Lúcia Pereira, que já havia colaborado comigo numa gramática e num outro prontuário para o ensino secundário e superior, e avançámos com a produção dos conteúdos. No final, fizemos questão que um revisor científico, com provas dadas nesta matéria, atestasse a qualidade da obra.

Qual a importância de escrever um prontuário para o ensino básico?
O domínio da língua implica a utilização, de forma proficiente, da linguagem e da comunicação. A sua aprendizagem corresponde a um processo de desenvolvimento gradual e perfectível ao longo de toda a vida. Escrever de forma fluente, sem cometer erros de ortografia ou concordância, é essencial em todo o percurso escolar, pois estará sempre na base de qualquer área disciplinar. É, além disso, um requisito indispensável para o futuro sucesso pessoal e profissional.

Os primeiros anos de escolaridade são cruciais nesse processo pois correspondem à etapa em que a aquisição e estruturação do código escrito se vai aplicar e reforçar. Ter, desde a mais tenra idade, acesso a um prontuário que alie o rigor da matéria à clareza e eficácia da exposição é dispor de uma excelente ferramenta para a consolidação dessa aprendizagem.

Qual a dificuldade que sentiram para escrever o mesmo?
A maior dificuldade foi a aposta num prontuário já em conformidade com o novo acordo ortográfico. As suas normas não estão, ainda, aplicadas nos manuais escolares, mas a inevitabilidade da sua aplicação a curto prazo determinou a nossa aposta. Não obstante, tratando-se de um prontuário, a aplicação do novo acordo não se resumiu à utilização de vocabulário reconhecido como norma; houve que contextualizar as inovações inerentes, nomeadamente, a introdução das letras «k», «w» e «y» no alfabeto, as modificações no uso de maiúsculas e minúsculas no início das palavras, a supressão de consoantes mudas ou não articuladas, as alterações na acentuação gráfica, as alterações à utilização do hífen... E tudo isto numa linguagem acessível às crianças e eficaz na afirmação da nova ortografia.

Quais as prioridades em termos educativos que estiveram sempre presentes na elaboração da obra?
O lema deste prontuário é «explicar e descomplicar» e tem quatro características principais: é completo, rigoroso, prático e apelativo.

Completo, porque apresenta os conceitos e princípios fundamentais da língua portuguesa, através de um discurso directo, introduzindo exemplos simples para as várias situações abordadas.

Rigoroso, porque os conteúdos adequam-se ao nível proposto (1º e 2º ciclos do Ensino Básico) e assentam numa forte exigência didáctica. O rigor científico faz-se notar, também, pela extensão e actualidade das matérias e saberes apresentados.

Prático, porque a sua estrutura é coerente, ou seja, dispõe as indicações úteis de modo funcional para que a consulta resulte na apreensão imediata das noções essenciais. Além disso, permite a consolidação de conhecimentos na rubrica «Prova que estás certo!», onde se pode testar, de forma divertida, a perícia no uso da língua portuguesa.

Apelativo, porque as ilustrações da Marta Martins, com a sua paleta de cores garridas, a par com um arranjo gráfico dinâmico, favorecem a desejável motivação para a consulta.

Quais as principais diferenças que podemos encontrar para um prontuário normal?
Em termos de conteúdos, um prontuário com este público-alvo difere de um prontuário para adultos, sobretudo, na forma menos exaustiva com que cada temática é abordada. O discurso é mais directo e demonstrativo e, na medida do possível, as frases que exemplificam as situações apresentadas versam assuntos próximos do quotidiano da faixa etária em questão ou matéria relevante em termos curriculares. A par com a vertente teórica há, ainda, a componente prática que providencia exercícios simples e divertidos que visam aperfeiçoar os conceitos e princípios fundamentais da língua.
Outra grande diferença é, naturalmente, toda a componente gráfica: muito próxima do universo infantil, com páginas leves, coloridas e dinâmicas.

Como foram escolhidas as secções criadas (Funcionamento da Língua, Classe de Palavras…)? Porque estas e não outras?
Os capítulos «Funcionamento da Língua» e «Classes de Palavras» são a base essencial do prontuário. Apresentam-se conceitos e princípios fundamentais da língua, numa exposição que vai da grafia às relações entre palavras escritas, passando pelas regras de ortografia, acentuação e translineação.

Seguem-se capítulos igualmente elementares: «Especificidades da Língua», que ensina e esclarece as dúvidas e confusões mais frequentes, apostando também na exemplificação; e «Vocabulário», que visa a ampliação do vocabulário dos seus utilizadores. Aqui apresentam-se as principais palavras onomatopaicas, bem com as siglas e acrónimos, termos informáticos, topónimos e gentílicos mais comuns.

Como seduzir uma criança para a importância da língua?
Seduzir uma criança para a importância da língua não é tarefa difícil. As crianças têm uma natural predisposição para aprender, descobrir, investigar, experimentar... Cabe aos educadores (pais, professores...) guiá-los num processo de aprendizagem que, invariavelmente, tem a língua como pedra basilar. As palavras e o seu correcto uso abrem um mundo de possibilidades que nenhuma criança recusa. Enquadrar a importância da língua à luz desse universo de possibilidades é, efectivamente, tarefa dos educadores. Na prossecução desta missão têm ao seu dispor uma série de ferramentas; este prontuário é, sem dúvida, uma delas.

Como seduzir a própria escola para a importância de um prontuário?
A educação constrói-se sobretudo em duas frentes: em casa e na escola. Enquanto educadores, os pais e os professores, partilham a grata missão de promover conhecimentos e competências que são determinantes para a melhor inserção dos seus educandos na sociedade.

Usar a língua com correcção é estar apto a comunicar com excelência. Isso transmite qualificação, gera admiração e amplia oportunidades. Julgo que os educadores estão, crescentemente, conscientes dessa importância.

O que esperam desta obra?
Esperamos, sobretudo, que ela tenha muitos leitores! Jovens leitores que encontrem neste prontuário um parceiro do quotidiano e que, dentro dos seus próprios ritmos, evoluam rumo ao sucesso pessoal e profissional.


Ubi Veritas

ALGUMA INSPIRAÇÃO
Pontos de luz branca
Velam a noite
Desnudam alpendres
Parem sombras
e duendes

Ouço-os gritar...

Chamamento febril
de que não ousamos falar

Salomé Castro in Ubi Veritas